Formação Académica

Licenciatura em Psicologia Clínica desde 2002
Mestrado em Psicologia Clínica desde 2009
Especialização em Psicoterapia do Bebé e da Criança desde 2006
Pós-Graduação em Neuropsicologia de Intervenção desde 2010
Pós-Graduação em Neuropsicologia Pediátrica desde 2011
Pós-Graduação em Avaliação e Reabilitação Neuropsicológica desde 2012
Especialização em Terapia EMDR (crianças e adultos) desde 2012
Formação em Hipnose Clínica desde 2014
Formação especializada em Psicoterapia Psicanalítica (a decorrer)


Formação/Experiência Profissional

Psicoterapeuta Especializada em Clínica do Bebé e da Criança
Psicóloga Especialista em Avaliação Psicológica
Psicoterapeuta – EMDR (Crianças, Adolescentes e Adultos)
Psicoterapeuta - Psicoterapia Psicanalítica (Crianças, Adolescentes e Adultos)

Associações e Ordens Profissionais

Membro Efetivo e Especialista da Ordem dos Psicólogos Portugueses nº 1344
Membro Associado da Associação Portuguesa de Psicanálise e Psicoterapia Psicanalítica
Membro associado da Ser Bebé (WAIMH Portugal)

Sobre Alexandra Barros

Com um grande interesse e enfoque na clínica da infância e da adolescência, tem investido cada vez mais na formação e prática com adultos.A par da prática clínica, das ações enquanto formadora e da participação em artigos/reportagens na comunicação social, Alexandra Barros tem apostado no seu desenvolvimento profissional, com uma atualização e especialização permanentes, numa abordagem holística que integra a relação mente-corpo na sua perspetiva biopsicossocial. Partindo da sua formação psicanalítica de base, utiliza uma abordagem integrativa, com recurso a várias ferramentas de outras abordagens psicoterapêuticas (EMDR, ludoterapia, técnicas expressivas, psicodrama, hipnose).

Tipo de consultas que realiza

- Psicoterapia Psicanalítica
- Psicoterapia da Infância e da Adolescência
- Consulta do bebé e da criança
- Aconselhamento Parental
- Avaliação Psicológica e Neuropsicológica

Outros

Artigos escritos por Alexandra Barros disponibilizados neste site

Resiliência: Como aguentar o barco?

O mal da psicoterapia 


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