Os primeiros anos de vida de uma criança são caracterizados por aquisições, evoluções e desenvolvimentos extremamente rápidos. Cada etapa do desenvolvimento traz novos desafios e algumas preocupações. Os pais questionam-se muitas vezes se o desenvolvimento e/ou o comportamento dos filhos será normal. Pequenos atrasos no desenvolvimento ou simplesmente uma certa lentificação na aquisição de certas competências podem gerar ansiedades fortes nos pais.

A criança não tem a mesma capacidade que o adulto para se expressar verbalmente. Agressividade, birras, medos, xixi na cama, dificuldades em dormir ou comer, choro fácil, apatia, são muitas vezes a forma de manifestar que algo se passa e lhe está a causar sofrimento. No entanto, existe uma certa tendência a desvalorizar os sinais que a criança vai dando e a apostar na “esperoterapia” (esperar para ver), o que pode comprometer um desenvolvimento harmonioso. Uma intervenção atempada pode minimizar o risco de agravamento e instalação de quadros psicopatológicos complexos. 

Em que casos se aplica?

Psicoterapia na Infância

Abordagem especializada, que vai de encontro às fragilidades e capacidades da criança, através do seu meio privilegiado de comunicação: o brincar. SAIBA MAIS AQUI

Avaliação Psicológica na Infância

Permite averiguar se as alterações ou dificuldades que a criança apresenta são um problema do seu desenvolvimento, uma etapa normal do seu processo evolutivo, ou a reação a alguma situação angustiante. De acordo com as preocupações (emocionais, sociais, comportamentais, escolares, desenvolvimentais), pode ser realizada uma avaliação das competências intelectuais, das capacidades sócio-afetivas ou ambas.  SAIBA MAIS AQUI

Aconselhamento Parental

As crianças não vêm com livros de instruções! Este é o espaço onde os pais podem esclarecer questões relacionadas com o desenvolvimento, o comportamento e a afetividade da criança ou procurar estratégias para lidar com situações muito específicas. É indicado quando os pais necessitam de alguma orientação, sem que se justifique a observação ou a psicoterapia com a criança. SAIBA MAIS AQUI

 

 


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